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Re: LOS NIEGAN, LOS OCULTAN, PERO HABLAN (Puntuación 1) por Ernesto el Sunday, 18 October a las 19:50:01 (Información del Usuario | Enviar un Mensaje) | "VALLA" se escribe con Y ,"vaya" , IGNORANTE, la valla la tenés vos en el marote..cómo podés saber quién sabe del tema si ni escribir sabés, pedazo de ignorante, además Casadinho es de FOCO, organización a la que pertenece la Dra también ,y disertan juntos.No te quedan perdigones, te acostaron, te cagaron a palos, una mujer...., no te gastes,porque seguís pasando verguenza, y si sabes tanto lee la entrevista en portugués que te copio abajo,o anda a chuparle las medias a tus amiguitos del colegio ....jajajajja...parece que se sienten "tocados" por la "eminencia" santafesina.
AH, saludos a COLAGRO ,..!!!!
LUIS.
Argentina: ‘Em pouco menos de quinze anos, o consumo de glifosato se multiplicou 180vezes’.
Entrevista com Graciela Cristina Gómez
A advogada ambientalista e escritora argentina Graciela Cristina Gomez é uma das militantes mais credenciadas quando o assunto é o uso indiscriminado de agrotóxicos, principalmente no que se refere à utilização do glifosato. Em entrevista à Adital, ela fala sobre a situação na Argentina, país onde os movimentos ambientais patrocinam uma luta árdua contra os danos causados por substâncias nocivas à saúde do ser humano e do meio ambiente como um todo. Confira.
Adital – Quando o assunto é o uso indiscriminado de agrotóxicos, Argentina é um dos países que menos acata as considerações ambientais sobre os danos causados por essas substâncias. Ante esse panorama, imaginamos que a luta dos advogados ambientalistas e dos próprios movimentos ambientais vai de encontro aos interesses de empresas poderosas, como é o caso da Monsanto. Uma luta injusta. Nós gastaríamos que a senhora falasse um pouco sobre isso.
Graciela Cristina Gomez – Efetivamente, o colega Mariano Aguilar traduz isso como “David contra Golias”: estão muito confiantes de sua força, isso é um erro. Não usaremos uma atiradeira, mas a realidade empírica, o efeito cascata de milhares de denúncias e a negociação da evidência que já não se pode esconder da sociedade, farão que caia por seu próprio peso. Pretender tapar o sol com uma mão é o que demonstram organismos como Senasa, Aapresid ou Casafe.
Importam-nos muito pouco seus interesses, os interesses políticos, legisladores, ministros que deveriam renunciar ou secretários minimizados o tema, querendo nos “incluir”, o que, na realidade, é “excluir em saúde” neste tema de geleiras ou mineradoras a céu aberto. Atuam como mercenários e muitos deles fazem parte do monopólio dos meios, a serviço da multinacional. É uma vergonha que a Comissão de saúde de Deputados desconheça o que está acontecendo, pagamos a dieta desses ineptos, deveriam renunciar, porque, sendo médicos, muitos deles são cúmplices; de outra maneira, não se entende que não atuem.
Adital – Em que nível se dá a conivência desses projetos vinculados à soja transgênica com os órgãos do governo? Há muitas denúncias sobre a *****plicidade das autoridades argentinas?
Graciela Cristina Gomez – A todo nível. Há cientistas, médicos, universidades, políticos, jornalistas e parasitas enquistados no mesmo estado, atacando-nos e pressionando de uma ou de outra forma, para nos calar, minimizando ou tratando de casos isolados os milhares de meninos com malformação, câncer, doenças respiratórias, alergias e uma inumerável lista de doenças denunciadas pelo doutores Gomez Demaio, Paramo, Lucero, Gianfelici e médicos rurais de cada província.
Inclusive o Colégio de Engenheiros Agrônomos denunciou 100 casos de nascimentos com malformação por ano em Santiago do Estero, enquanto outros colegiados, aeronavegantes, produtores e organismos que vêm afetando seu status quo, mediante “apertos” e todo tipo de mensagens subliminares ou aplicando a censura pretendem cegar a informação que brindamos, amedrontando nosso acionar. Sem conseguir, obviamente.
É indignante ver funcionários e políticos viajando para congressos, aceitando da Acsoja um “all inclusive”, assistem a suas r
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